quinta-feira, 18 de setembro de 2008

“Não leio no computador”

“Não leio no computador”. Esta seria minha afirmação sobre o hábito da leitura há uns dois anos. Não é mais. Leio no PC, baixo textos improváveis, raros (às vezes nem tanto). Acho que me acostumei. Isso não impede, por exemplo, que eu compre aqueles livros que AMO e quero levar comigo para a cama, para a praia e mais que isso, quero folhear, sentir o cheiro de livro novo, olhar sua lombada repousada na minha frente segundos antes de apagar a luz para ir dormir. Essas coisas.

Tudo isso para dizer que estou lendo meu primeiro Daniel Galera (versão digital disponibilizada pelo jovem autor). Simples e competente. Sem falar das recorrências, porque como dizia Caio F.: tudo sempre lembra e lembrará alguma coisa. Entretanto, insisto e posto um trecho tradutor de dias recém passados...


(Trecho do conto "subconsciente" do livro "Dentes Guardados )